Gerês 2007

Mais um ano de Gerês que passou. A leveza da montanha já foi, agora, de volta à cidadezinha pequena, regressei ao ar quente, bafiento e nervoso da natureza em decadência. Regressei à doença.
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"Nem uma pálida luz nas janelas, nem um reflexo desmaiado nas fachadas, o que ali estava não era uma cidade, era uma extensa massa de alcatrão que ao arrefecer se moldara a si mesma em forma de prédios, telhados, chaminés, morto tudo, apagado tudo."

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