Friday, February 06, 2009

Peeping Tom (1959) - Michael Powell

Vivian: What would frighten me to death? Set the mood for me, Mark.
Mark Lewis: Imagine... someone coming towards you... who wants to kill you... regardless of the consequences.
Vivian: A madman?
Mark Lewis: Yes. But he knows it - and you don't.




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Friday, April 04, 2008

Grandes Realizadores, Público

"O cinema é como sonhar acordado." Robert Desnos
"Mentir? Eu? Nunca. A verdade é muito mais divertida..." Steven Spielberg
"Eu adoro o cinema. É a minha vida, é tudo para mim!" Martin Scorcese
"Rodar um filme é horrível, mas já o ter rodado é delicioso." Sergio Leone
"Não há fim nem princípio. Apenas a paixão infinita da vida." Frederico Fellini
"Um filme é uma psicoterapia muito cara que os estúdios nem sempre compreendem." Tim Burton
"A criação é uma vitória sobre o medo. É o nosso verdadeiro destino." Francis Ford Coppola
"O cinema é um transporte colectivo." Jean-Luc Godard.

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Gato Preto Gato Branco (1998) Emir Kusturica

Se ao menos houvesse tanta música nas nossas vidas, teríamos sempre um sorriso com que enfrentar qualquer dificuldade.






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Thursday, March 27, 2008

Amores Perros (2000) - Alejandro González Iñarritu

Somos frágeis, dependemos dos desejos e das intenções de outros, procuramos consolo na solidão dos que estão mais perdidos do que nós. Dependemos de um certo sistema de ordem, de um certo conjunto de respostas para um determinado grupo de estímulos. E não somos capazes de estar sozinhos. Não somos capazes de viver sem sentir um elo, seja ele com que for. Que teias, são estas que nos unem irremediavelmente uns aos outros? Para que servem?
Quantas loucuras somos capazes de cometer? Quanta dor capazes de suportar?

Gael Garcia Bernal
Goya Toledo
Emilio Echevarría


Não estamos sós. Nunca. Existem ligações profundas entre tudo e todos, nós é que ainda não lhes abrimos os olhos. É demasiado avassalador. E assusta.

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La Science des Rêves (2006) - Michel Gondry


Sonho ou Realidade? Onde é a fronteira? É que eu não sei...


Gael Garcia Bernal
Charlotte Gainsbourg

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Tuesday, March 25, 2008

Sin City (2005)

A cinematografia é mind blowing. Com um aspecto visual muito diferente daquele a que estamos habituados a ver, o próprio ritmo da narrativa é muito próprio e os planos muito dramáticos. É um constante estado de ansiedade e antecipação, que são imprevisíveis. A narração off e o surrealismo dão-lhe uma textura muito diferente, a fantasia e o disparatado são simultaneamente estimulantes para a imaginação e comoventes. Maioritariamente a preto e branco a cor é utilizada para pontuar o que é, de facto chave. São problemáticas no extremo combatidas por personagens semi-heróicas e semi-vilãs. Eu fiquei maravilhada.


Mickey Rourke . Benicio Del Toro . Clive Owen . Bruce Willis

Jaime King . Brittany Murphy . Rosario Dawson . Jessica Alba

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Thursday, March 20, 2008

Howl's Moving Castle (2004) - Hayao Miyazaki

Iniciei a maratona cinematográfica. Finalmente, férias.


Apresentando... Howl's Moving Castle, de Hayao Miyazaki, adaptado da obra "Howl's Moving Castle" da inglesa Diana Wynne Jones
(Castelo Andante)





É uma história sobre amor e sobre a descoberta de pertencer.
Howl, o misterioso feiticeiro, cruza-se com Sophie, enquanto foge dos periogosos servos da Bruxa do Nada. Ao salvá-la, provoca a ira da feiticeira, que se vingará em Sophie, lançando-lhe um feitiço. A jovem parte, então, por terras desconhecidas, em busca da cura para a maldição. Pelo caminho encontra uma série de personagens mágicos, que por entre tantas peripécias se revelarão serem aquilo que Sophie sempre desejou. Uma família e um grande Amor.
A banda sonora é lindíssima, a atmosfera inebriante e a fantasia deliciosa. Atenção aos pormenores e aos diálogos.

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Saturday, March 01, 2008

O Libertino.



Permiti-me a sinceridade logo de início: não ireis gostar de mim. Os homens sentirão inveja e as damas, repulsa; não gostareis de mim agora e ainda menos à medida que prosseguir a história. Senhoras, um anúncio: encontrar-me-eis sempre pronto. Isto não é gabarolice ou opinião, mas facto clínico; a que me quiser, basta pedir. E ver-me-eis actuar e sentir-vos-ei enojadas. Um erro; é melhor para vós olhar e chegar a conclusões duma certa distância do que meter eu a cartilagem por vossas saias acima. Senhores, não desespereis; também prezo os vossos encantos e o mesmo aviso se vos aplica. Acalmai as erecções até terminar de falar, e depois, ao fornicardes, - e mais tarde ireis fornicar - sabereis ser o que espero de vós e que se me desiludirdes, quererei que forniqueis com a minha homúncula imagem retinindo em vossos testículos. Senti como era para mim, como o é para mim, e reflecti. "Foi este tremor o mesmo tremor sentido por ele?" "Conheceu ele um mais profundo?" "Ou há uma parede de desventura na qual as cabeças todas batem naquele luminoso e breve instante?" E pronto, foi este o meu prólogo. Nada em rima, nenhum protesto de modéstia; espero que tal não esperásseis. Eu sou John Wilmott, segundo Conde de Rochester, e não desejo ser apreciado por vós.



E ali jaz ele por fim, o convertido da última hora, o pio devasso. Não sei deixar ficar as coisas pela metade, pois não? Dai-me vinho e emborco-o todo, atirando a garrafa vazia ao mundo. Mostrai-me Nosso Senhor em agonia e eu trepo pela cruz e roubo os pregos para as minhas mãos. Ali vou eu, esquivando-me ao mundo, a baba caindo sobre uma Bíblia. Olho a cabeça de um alfinete e vejo anjos dançar. Então? Gostais de mim agora? ... Gostais de mim agora? ... Gostais de mim agora? ... Gostais de mim... agora?


Eu adorei.

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Sunday, February 10, 2008

Sweeney Todd





Exageradamente musical... Não foram os quatro euros mais mal gastos da minha vida, mas também... estão longe de terem sido os melhores. Muito longe. Em termos cinematográficos.

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Monday, January 28, 2008

Expressionismo Cinematográfico Alemão

"Nós não vivemos mais, somos vividos. Não temos mais liberdade, não sabemos mais nos decidir, o homem é privado da alma, a natureza é privada do homem...Nunca houve época mais perturbada pelo desespero, pelo horror da morte. Nunca silêncio mais sepulcral reinou sobre o mundo. Nunca o homem foi menor. Nunca esteve mais irrequieto. Nunca a alegria esteve mais ausente, e a liberdade mais morta.
E eis que grita o desespero: o homem pede gritando a sua alma, um único grito de angústia se eleva do nosso tempo. A arte também grita nas trevas, pede socorro, invoca o espírito: é o expressionismo."

(Hermann Bahr - 1916)



(expressão do desespero interior.)

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Sunday, January 27, 2008

Buster Keaton

Há que amar este senhor:




Frederico Garcia Lorca sobre Buster Keaton:

"Os seus olhos infinitamente tristes... são como o fundo de um copo, como os de uma criança louca. Muito feios. Muito belos. Olhos de avestruz. Olhos humanos com a dose certa de melancolia."


Quando vi o primeiro filme com este senhor pensei: mas que expressão tão enigmática.

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