Playing For Change
Sugestão do Marco como um bom projecto final a desenvolver no terceiro ano para os que seguirem a área de vídeo.
Sugestão minha para toda a gente assistir.
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"Nem uma pálida luz nas janelas, nem um reflexo desmaiado nas fachadas, o que ali estava não era uma cidade, era uma extensa massa de alcatrão que ao arrefecer se moldara a si mesma em forma de prédios, telhados, chaminés, morto tudo, apagado tudo."
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Este homem foi provavelmente o meu primeiro amor musical. Um amor que se mantem devoto até hoje. Este homem foi (ou deverei dizer é?) um génio. Morto quatro anos antes de eu nascer, poucos anos depois de estar viva conheci-o não me lembro com exactidão como, lembro-me de estar com a minha mãe numa discoteca (que desapareceu pouco tempo depois de abrir) a tentar escolher uma k7 que fosse recente de alguma das bandas portuguesas preferidas da minha prima para lha enviar para a Holanda. Ora, sem me lembrar exactamente de todos os pormenores (mesmo porque era uma fedelhita muito pequenina) lembro-me do senhor nos estar a pôr as k7's num dos leitores e a dar-nos os head phones para as mãos e lembro-me de escutar o som que saía dos dele, Variações. Ao fim de tanta audição musical e tão variada, curiosa, quis ouvir o que o senhor ouvia e é claro que acabamos por sair de lá com uma k7 para a minha prim
a, e três para mim: António Variações, Santos e Pecadores e Delfins. Lembro-me perfeitamente de ir no Twingo da minha mãe para a escola primária a cantar António Variações e de até gostar de ficar presa na passagem de nível só para ouvir mais um bocadinho. É interessante não é? A "O Corpo é Que Paga" deve ter sido o meu primeiro amor, logo seguida da "É Pr'Amanhã", eram as que eu percebia melhor a letra talvez, lembro-me que adorava a parte das unhas na "O Corpo é Que Paga", eu roía as minhas bastante, então achava graça ao que ele dizia.
da vez mais respeito e admiração pelo senhor, e só lamento que ele não tenha ficado entre nós mais tempo para viver um pouquinho mais a sua vida musical. O que nos deixou não foi muito mas vale, definitivamente, muito a pena e é valiosíssimo.
ções? Humilde, verdadeiro e original este homem é uma figura incontornável do panorama cultural português. Para o próprio a sua música caminhava algures por entre a Sé de Braga e Nova Iorque, reuniu o folclore, os sons cosmopolitas do rock, o pop, os blues e o fado, enlaçou-os na sua voz e cantou-os tal e qual como brotavam de dentro de si. Foi já, no hospital, nos últimos tempos da sua vida que ouviu pela primeira e última vez uma música sua na rádio.
Joey - Roadrunner Int
"We're not putting on a show where it's a sermon and we preach, saying that this is the way it has to be - You get whatever you want from us and it' fun. We want you to walk away and say, "Wow, that was the most fun I've had in a long time."
-Wednesday - Metal Edge 10/02
THEY'RE THE B-MOVIE SCREAM KINGS! and it's so fucking fun.